sábado, 6 de junho de 2009

Post # 2

Será que sou o que realmente devo ser
Ou tudo que faço está errado, ao parecer
No que ando errando? O que é que não consigo perceber
Ando nadando contra a corrente dos demás, mas o que fazer?

Nadando, nado e nado em um mar de mentiras e falsidades
Falsas pessoas, com falsas identidades
Que ao parecer, são meros mortais querendo voltar pra casa em paz
Que não ligam para os demás, dos que correm atrás
Me canso, cansado pergunto porque tanta falsidade, tanta fachada
Talvez porque não são capazes de fazer melhor, porque pegaram a estrada errada

Paro e penso, realizo que prefiro ter poucos porém amigos
Do que ter mil, dois mil meros conhecidos
Pois em horas de dificuldade, de turbulência
São aos poucos a quem posso cobrar-lhes assistência
E todos podem me acusar de loucura, demência

Porém sei, que por mais que seja duro
Me protejeram à risca e à juro
Pois toda grande amizade
É premeditada para durar toda a eternidade.

Um comentário:

  1. Como eu já disse anteriormente...Se essas pessoas "dispensáveis" em nossas vidas não existissem, nós não saberiamos diferencia-las de nossos verdadeiros amigos. Afinal, é o mundo inteiro contra nós, sempre.

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