segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Eu e minha pessoa.
domingo, 25 de outubro de 2009
Dia Chuvoso
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Coração Proparoxítono
bomebeia-se sangue índigo
sangue de um sentimento trágico
sangue congelante, sangue ártico
Em meu coração cálido
bombeia-se sangue mágico
sangue de um sentimento nostálgico
sangue puro, sangue límpido
Em meu coração automático
bombeia-se sangue plástico
de um sentimento simpático
sangue que corre, sangue rápido
Coração este, errático
de entendê-lo nada prático
sangue de comportamento lúcido
com temperamento bêbado
Coração à contra-mão do tráfego
Sem destino nem temática
Seus batimentos, quase erótico
Desesperados, enfático
Coração sem pânico
com um ritmo tônico
ritmo fraco, quase anêmico
Porém virtuoso como um pássaro
Uma caixa, um túmulo
em forma de orgão, um prostíbulo
Um processador não tão lógico
Um mesmo nada esquemático
Um instrumento sem fôlego
Um fantasma sem máscara
Um involuntário músculo
aonde corre sangue ácido
Apenas um coração sólido.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Post {Infinito.}
domingo, 16 de agosto de 2009
Perdi a conta desta porra.
Te amo e voce sabe disso.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Post # 15
equanto a felicidade nos mantenha unido, ou enquanto a tristeza nos mantenha mais unidos ainda.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Post # 14
sábado, 18 de julho de 2009
Post # 13
terça-feira, 7 de julho de 2009
Post # 12
Medo de morrer? Não tenho. Talvez você possa estar se confundindo medo de morrer com medo de morrer na hora errada. Morrer todo mundo vai algum dia, não é? Bem, acho que sim. Tenho é medo de morrer, mas um morrer diferente, um morrer lento, um morrer das cores, da vida. Não quero ser eterno sendo infeliz, quero ser alegre, incessantemente alegre pra sempre, cujo eu chamo de até eu morrer. Quero é poder viver a vida sem olhar pra trás, sem se preocupar em nada, mas ao mesmo tempo se preocupar em tudo. Quero ser mais um que olha pro céu e sorri que diz pra si mesmo; Sou feliz. Quero pintar, bordar, tocar, jogar, arremessar, quero tudo, antes de morrer. Mas me vem aquele que não sabe o que é viver e me diz para que eu leve as coisas com mais calma. Não quero ter calma na hora de desfrutar cada batimento cardíaco meu! Quero emoção, quero calor, quero é vida. Quero sim viver, porque nada sei, e se não viver, também nunca saberei, porque a única coisa que eu realmente sei e que algum dia vou morrer.
sábado, 27 de junho de 2009
Post # 11
Achamos que qualquer coisa é causadora de tal problema crônico, tudo nos é confuso.
Reviramos nossas cabeças de canto em canto em busca de algum consolo, de alguma resposta.
Resposta não aos nossos problemas, mas sim algo que nos dê a sensação de controle.
Controle do que está em volta de nós, que é o que nos deixa confuso.
Mas de repente achamos um ponto, um lugar para onde olhar que nos trás calma.
Lugar esse o menos concreto, o que menos conhecemos ao nosso redor. O céu.
Parece que o conhecemos, mas só temos uma mera imagem dele.
Nunca o tocamos, nunca o cheiramos, nunca o ouvimos, nunca nada.
A única coisa que já tenhamos sentido do céu é o sol.
O seu forte calor, que nos pinta, que nos dá vida.
O sol, que é pra onde eu olho quando estou sem respostas.
E olho, olho atentamente, até que a minha visão se torna um grande clarão.
E é nesse mesmo clarão, aonde eu não consigo ver nada, que eu acho todas as minhas respostas.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Post # 9
Quartas – Feiras
Batem Seis horas de uma manhã ainda escura, a aurora impressa no céu indica que é o começo de um dia novo, um dia como todos os outros. Levanto-me ao som de um pequeno aparelho que corre através da maratona do tempo, e que comemora gritando quando atinge a sua meta. Fico de pé, mas ainda sinto como se estivesse deitado. Olho pela janela e vejo o sol, ainda tímido, também se levantando, cansado entre as montanhas. Dirijo-me ao chuveiro, e com um astral tedioso me banho baixo um choro ardente, de um chuveiro que também teve que acordar cedo. Acolhe-me os braços cálidos da toalha, e abraçando-me entra no quarto, e me posiciona de volta onde me encontrava inicialmente. Visto minha farda e desço em direção á cozinha, onde tenho a primeira refeição do dia, um dia de guerra. Tento manter minhas emoções em sigilo, assim como tento fugir do sono, que persiste em fechar meus olhos. O dia é monótono, chato. Cumprimento as pessoas, tento ser cordial, desamarro um sorriso ou outro. De repente, o sono cansa de me procurar, e some. Minha mão pesada, fechada, exala fadiga depois de um árduo dia escrevendo. E assim o dia passa, paralelamente com ponteiros que giram bêbados, ao redor de números, em total sincronismo. Bate no relógio Uma hora da tarde, e o sol, já recuperado, mantém-se firme e bravio no céu. Saio e olho para os lados, tentando enxergar o que estive esperando a manhã inteira. Mas é como se os brilhantes feixes solares, somados com a minha desesperação, ofuscassem a minha vista e me impedissem de ver. Espero um pouco mais, ansiosamente. Finalmente a encontro. Sua expressão facial também indica que sentiu e passou por tudo aquilo que passei pela manhã. Minha alma pula de alegria, enquanto meus músculos se contraem, e meu corpo suspira fortemente ao abraçá-la. Dirigimo-nos à mureta, onde nos sentamos proximamente e cuspimos palavras de nossas bocas, palavras certeiras, de total harmonia entre si. Meu coração pula incessantemente, bate forte. Meu corpo é aquecido pelo dela, meu sorriso é contagiado pelo dela. O sol, já cansado, dirige-se aos seus aposentos astrais, pois sabe que amanhã será outro dia cansativo. Eu também volto à minha casa, pois sei que será outro dia de guerra; Quinta-Feira. Mas adormeço triste, porque sei que não será Quarta-Feira. Então desejo, e suplico aos bêbados ponteiros que bebam mais, assim possam girar mais rápido, para que novamente volte a ser Quarta-Feira, para que novamente possa refugiar-me do cansaço bélico, e descansar junto a ela; O meu amor.
sábado, 20 de junho de 2009
Post # 8
Pois se tivesse se quer um pouco, já teria vivido
Tenho absoluta certeza do que por você sinto
Porém quando digo que não tenho medo eu minto
Medo, medo de perder-te, medo de sofrer
Porque com você ao meu lado quero viver
Aproveitar a vida para sempre, até morrer
Porém uma vida é pouco para tudo eu te dizer
Dizer que te amo, mas que amar é pouco
Seria mais apropiado dizer que por ti sou louco
Que me desculpes pora todos os meus defeitos
Por que sei que nem você nem eu somos perfeitos
Mas sou perfeito o suficiente, porque te tenho ao meu lado
Meu tesoro, minha luz, meu bem mais amado.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Post # 7
Bombeadas por um bombo, grave e profundo
Minha alma flutua mas continua faminta
Com fome de groove, fome de spray, fome de mundo
Com tudo, ouço, crio, pinto, admiro, faço a minha parte
E ái de quem dizer que o ser humano não é feito de arte
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Post # 6
Desamparado, reconheço e realizo
É um fenômeno da vida
Devia ter tomado mais juízo
Ter achado outro jeito como saída
Mas infelizmente é esse
Por mais que seja de máxima importância
Me parece um tremendo desinteresse,
O que me separa não é somente a distância
Não tenho vontade nem de pensar
Sabendo que a dor não vai passar
Após rosas e lágrimas não resta nada
Somente a lembrança bem guardada
Não tive tempo de demonstrar meu amor
E de seu corpo já se vá o calor
Desejo que pudesse voltar os dias
Para que pudesse presenciar por última vez
Todas as suas virtudes e manías
E suspirar com o bem que ele me fez
terça-feira, 9 de junho de 2009
Post # 5
Suando, tremendo
Me sinto trancado, abafado
O que está acontecendo?
Sinto-me atordoado, deshidratado
Finalmente paro para avaliar
O maldito ar-condicionado acabou de quebrar
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Post #4
domingo, 7 de junho de 2009
Post # 3
Escrevo, logo concretizo minha existência
Assim, eternizo minha ideologia
Torno-me imortal.
sábado, 6 de junho de 2009
Post # 2
Ou tudo que faço está errado, ao parecer
No que ando errando? O que é que não consigo perceber
Ando nadando contra a corrente dos demás, mas o que fazer?
Nadando, nado e nado em um mar de mentiras e falsidades
Falsas pessoas, com falsas identidades
Que ao parecer, são meros mortais querendo voltar pra casa em paz
Que não ligam para os demás, dos que correm atrás
Me canso, cansado pergunto porque tanta falsidade, tanta fachada
Talvez porque não são capazes de fazer melhor, porque pegaram a estrada errada
Paro e penso, realizo que prefiro ter poucos porém amigos
Do que ter mil, dois mil meros conhecidos
Pois em horas de dificuldade, de turbulência
São aos poucos a quem posso cobrar-lhes assistência
E todos podem me acusar de loucura, demência
Porém sei, que por mais que seja duro
Me protejeram à risca e à juro
Pois toda grande amizade
É premeditada para durar toda a eternidade.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Simples assim, Post #1.
Para que o errado deixe de existir é necessario que tudo seja certo.
Mas só há o certo porque há o errado, e vice-versa. Então o que há de se fazer?
Não é viável exterminar um extremo de algo que é coexistente, então como é que se resolve?
Simples, há de se aprender a distiguir o que é verdadeiramente certo, e o que é realmente errado.
Porém as vezes o certo a se fazer pode parecer errado, assim como o errado pode parecer completamente certo.
E é exatamente por essa desconfiança, por essa indefinição que não é tão simples assim
exterminar com tudo que é errado, ou certo.