terça-feira, 21 de julho de 2009
Post # 14
sábado, 18 de julho de 2009
Post # 13
terça-feira, 7 de julho de 2009
Post # 12
Medo de morrer? Não tenho. Talvez você possa estar se confundindo medo de morrer com medo de morrer na hora errada. Morrer todo mundo vai algum dia, não é? Bem, acho que sim. Tenho é medo de morrer, mas um morrer diferente, um morrer lento, um morrer das cores, da vida. Não quero ser eterno sendo infeliz, quero ser alegre, incessantemente alegre pra sempre, cujo eu chamo de até eu morrer. Quero é poder viver a vida sem olhar pra trás, sem se preocupar em nada, mas ao mesmo tempo se preocupar em tudo. Quero ser mais um que olha pro céu e sorri que diz pra si mesmo; Sou feliz. Quero pintar, bordar, tocar, jogar, arremessar, quero tudo, antes de morrer. Mas me vem aquele que não sabe o que é viver e me diz para que eu leve as coisas com mais calma. Não quero ter calma na hora de desfrutar cada batimento cardíaco meu! Quero emoção, quero calor, quero é vida. Quero sim viver, porque nada sei, e se não viver, também nunca saberei, porque a única coisa que eu realmente sei e que algum dia vou morrer.
sábado, 27 de junho de 2009
Post # 11
Achamos que qualquer coisa é causadora de tal problema crônico, tudo nos é confuso.
Reviramos nossas cabeças de canto em canto em busca de algum consolo, de alguma resposta.
Resposta não aos nossos problemas, mas sim algo que nos dê a sensação de controle.
Controle do que está em volta de nós, que é o que nos deixa confuso.
Mas de repente achamos um ponto, um lugar para onde olhar que nos trás calma.
Lugar esse o menos concreto, o que menos conhecemos ao nosso redor. O céu.
Parece que o conhecemos, mas só temos uma mera imagem dele.
Nunca o tocamos, nunca o cheiramos, nunca o ouvimos, nunca nada.
A única coisa que já tenhamos sentido do céu é o sol.
O seu forte calor, que nos pinta, que nos dá vida.
O sol, que é pra onde eu olho quando estou sem respostas.
E olho, olho atentamente, até que a minha visão se torna um grande clarão.
E é nesse mesmo clarão, aonde eu não consigo ver nada, que eu acho todas as minhas respostas.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Post # 9
Quartas – Feiras
Batem Seis horas de uma manhã ainda escura, a aurora impressa no céu indica que é o começo de um dia novo, um dia como todos os outros. Levanto-me ao som de um pequeno aparelho que corre através da maratona do tempo, e que comemora gritando quando atinge a sua meta. Fico de pé, mas ainda sinto como se estivesse deitado. Olho pela janela e vejo o sol, ainda tímido, também se levantando, cansado entre as montanhas. Dirijo-me ao chuveiro, e com um astral tedioso me banho baixo um choro ardente, de um chuveiro que também teve que acordar cedo. Acolhe-me os braços cálidos da toalha, e abraçando-me entra no quarto, e me posiciona de volta onde me encontrava inicialmente. Visto minha farda e desço em direção á cozinha, onde tenho a primeira refeição do dia, um dia de guerra. Tento manter minhas emoções em sigilo, assim como tento fugir do sono, que persiste em fechar meus olhos. O dia é monótono, chato. Cumprimento as pessoas, tento ser cordial, desamarro um sorriso ou outro. De repente, o sono cansa de me procurar, e some. Minha mão pesada, fechada, exala fadiga depois de um árduo dia escrevendo. E assim o dia passa, paralelamente com ponteiros que giram bêbados, ao redor de números, em total sincronismo. Bate no relógio Uma hora da tarde, e o sol, já recuperado, mantém-se firme e bravio no céu. Saio e olho para os lados, tentando enxergar o que estive esperando a manhã inteira. Mas é como se os brilhantes feixes solares, somados com a minha desesperação, ofuscassem a minha vista e me impedissem de ver. Espero um pouco mais, ansiosamente. Finalmente a encontro. Sua expressão facial também indica que sentiu e passou por tudo aquilo que passei pela manhã. Minha alma pula de alegria, enquanto meus músculos se contraem, e meu corpo suspira fortemente ao abraçá-la. Dirigimo-nos à mureta, onde nos sentamos proximamente e cuspimos palavras de nossas bocas, palavras certeiras, de total harmonia entre si. Meu coração pula incessantemente, bate forte. Meu corpo é aquecido pelo dela, meu sorriso é contagiado pelo dela. O sol, já cansado, dirige-se aos seus aposentos astrais, pois sabe que amanhã será outro dia cansativo. Eu também volto à minha casa, pois sei que será outro dia de guerra; Quinta-Feira. Mas adormeço triste, porque sei que não será Quarta-Feira. Então desejo, e suplico aos bêbados ponteiros que bebam mais, assim possam girar mais rápido, para que novamente volte a ser Quarta-Feira, para que novamente possa refugiar-me do cansaço bélico, e descansar junto a ela; O meu amor.
sábado, 20 de junho de 2009
Post # 8
Pois se tivesse se quer um pouco, já teria vivido
Tenho absoluta certeza do que por você sinto
Porém quando digo que não tenho medo eu minto
Medo, medo de perder-te, medo de sofrer
Porque com você ao meu lado quero viver
Aproveitar a vida para sempre, até morrer
Porém uma vida é pouco para tudo eu te dizer
Dizer que te amo, mas que amar é pouco
Seria mais apropiado dizer que por ti sou louco
Que me desculpes pora todos os meus defeitos
Por que sei que nem você nem eu somos perfeitos
Mas sou perfeito o suficiente, porque te tenho ao meu lado
Meu tesoro, minha luz, meu bem mais amado.