terça-feira, 21 de julho de 2009

Post # 14

Cara feia pra que? Nunca entendi o motivo, e pelo visto nunca entenderei também. Mas sei como curar isso; são pequenas coisas a se fazer. Saia, tente se descontrair, esqueça de sua vida por um momento e viva aquele momento, só aquele momento. Viaje pra onde Judas perdeu as meias, pois as botas ele perdeu bem antes, com teus amigos, com tua família. Entre no hotel, brinque com as almofadas, pule na cama para simplesmente satisfazer aquela vontade do momento. Conheça novos lugares, conheça novas pessoas, conheça novas culturas, com o propósito de se entender. Vá a lojas de departamento, experimente chapéus e ornamentos ridículos, ria, faça com que os outros riam também. Entre com mais 6 dentro do carro, ligue a música ao máximo, ria mais um pouco, e veja como os olhos dos outros brilham ao ver os teus brilharem também. Saia para comer, corra na rua, experimente comidas exóticas, ria, sorria, viva nada mais do que o momento. Vire a noite coberto até o pescoço, converse, ria mais um pouco, veja o nascer do sol, o canto dos pássaros, acompanhe com um assuviar meio desafinado, não importa, por tanto que te faça rir. Tudo não importa, nunca importou e nunca importará pois mesmo depois que tudo acabe, haverá aquela lembrança que nunca mais vai te fazer ficar de cara feia. Isso eu te garanto.

sábado, 18 de julho de 2009

Post # 13

Nunca gostei muito de seguir certas regras, certos padrões. Mas não acho que isso seja ser do contra, pra mim sempre foi ser eu mesmo. Sempre quis poder inovar, gritar ao mundo que viver é muito mais do que simplesmente viver. Viver pra mim nunca foi algo cronológico, algo robótico. Viver nunca foi, não é, e nunca será retilíneo, pelo menos não diante meus olhos. Viver, realmente viver é prometer a si mesmo que amanhã haverá um motivo ainda melhor do que o de hoje para continuar vivendo. Viver é jogar conversa fora, viver é tomar um forte café, viver é rir mesmo que não faça sentido, viver é encontrar em alguma coisa aquele cálido bem estar, viver é muito mais do que ter apenar um coração latejante. No final do dia, viver se resume a um acúmulo de sentimentos que nos dá a mera sensação de estar vivo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Post # 12

Medo de morrer? Não tenho. Talvez você possa estar se confundindo medo de morrer com medo de morrer na hora errada. Morrer todo mundo vai algum dia, não é? Bem, acho que sim. Tenho é medo de morrer, mas um morrer diferente, um morrer lento, um morrer das cores, da vida. Não quero ser eterno sendo infeliz, quero ser alegre, incessantemente alegre pra sempre, cujo eu chamo de até eu morrer. Quero é poder viver a vida sem olhar pra trás, sem se preocupar em nada, mas ao mesmo tempo se preocupar em tudo. Quero ser mais um que olha pro céu e sorri que diz pra si mesmo; Sou feliz. Quero pintar, bordar, tocar, jogar, arremessar, quero tudo, antes de morrer. Mas me vem aquele que não sabe o que é viver e me diz para que eu leve as coisas com mais calma. Não quero ter calma na hora de desfrutar cada batimento cardíaco meu! Quero emoção, quero calor, quero é vida. Quero sim viver, porque nada sei, e se não viver, também nunca saberei, porque a única coisa que eu realmente sei e que algum dia vou morrer.

sábado, 27 de junho de 2009

Post # 11

Momentos de desespero todos têm. Nesse momento buscamos respostas em tudo, em nada.
Achamos que qualquer coisa é causadora de tal problema crônico, tudo nos é confuso.
Reviramos nossas cabeças de canto em canto em busca de algum consolo, de alguma resposta.
Resposta não aos nossos problemas, mas sim algo que nos dê a sensação de controle.
Controle do que está em volta de nós, que é o que nos deixa confuso.
Mas de repente achamos um ponto, um lugar para onde olhar que nos trás calma.
Lugar esse o menos concreto, o que menos conhecemos ao nosso redor. O céu.
Parece que o conhecemos, mas só temos uma mera imagem dele.
Nunca o tocamos, nunca o cheiramos, nunca o ouvimos, nunca nada.
A única coisa que já tenhamos sentido do céu é o sol.
O seu forte calor, que nos pinta, que nos dá vida.
O sol, que é pra onde eu olho quando estou sem respostas.
E olho, olho atentamente, até que a minha visão se torna um grande clarão.
E é nesse mesmo clarão, aonde eu não consigo ver nada, que eu acho todas as minhas respostas.

Post # 9+1

"I fought the war, I fought the war, but the war won."
-"Monster Hospitar" by Metric.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Post # 9

Dia final para a entrega dos textos do concruso literário do ph amanhã, esta é a minha chance ;

Quartas – Feiras
Batem Seis horas de uma manhã ainda escura, a aurora impressa no céu indica que é o começo de um dia novo, um dia como todos os outros. Levanto-me ao som de um pequeno aparelho que corre através da maratona do tempo, e que comemora gritando quando atinge a sua meta. Fico de pé, mas ainda sinto como se estivesse deitado. Olho pela janela e vejo o sol, ainda tímido, também se levantando, cansado entre as montanhas. Dirijo-me ao chuveiro, e com um astral tedioso me banho baixo um choro ardente, de um chuveiro que também teve que acordar cedo. Acolhe-me os braços cálidos da toalha, e abraçando-me entra no quarto, e me posiciona de volta onde me encontrava inicialmente. Visto minha farda e desço em direção á cozinha, onde tenho a primeira refeição do dia, um dia de guerra. Tento manter minhas emoções em sigilo, assim como tento fugir do sono, que persiste em fechar meus olhos. O dia é monótono, chato. Cumprimento as pessoas, tento ser cordial, desamarro um sorriso ou outro. De repente, o sono cansa de me procurar, e some. Minha mão pesada, fechada, exala fadiga depois de um árduo dia escrevendo. E assim o dia passa, paralelamente com ponteiros que giram bêbados, ao redor de números, em total sincronismo. Bate no relógio Uma hora da tarde, e o sol, já recuperado, mantém-se firme e bravio no céu. Saio e olho para os lados, tentando enxergar o que estive esperando a manhã inteira. Mas é como se os brilhantes feixes solares, somados com a minha desesperação, ofuscassem a minha vista e me impedissem de ver. Espero um pouco mais, ansiosamente. Finalmente a encontro. Sua expressão facial também indica que sentiu e passou por tudo aquilo que passei pela manhã. Minha alma pula de alegria, enquanto meus músculos se contraem, e meu corpo suspira fortemente ao abraçá-la. Dirigimo-nos à mureta, onde nos sentamos proximamente e cuspimos palavras de nossas bocas, palavras certeiras, de total harmonia entre si. Meu coração pula incessantemente, bate forte. Meu corpo é aquecido pelo dela, meu sorriso é contagiado pelo dela. O sol, já cansado, dirige-se aos seus aposentos astrais, pois sabe que amanhã será outro dia cansativo. Eu também volto à minha casa, pois sei que será outro dia de guerra; Quinta-Feira. Mas adormeço triste, porque sei que não será Quarta-Feira. Então desejo, e suplico aos bêbados ponteiros que bebam mais, assim possam girar mais rápido, para que novamente volte a ser Quarta-Feira, para que novamente possa refugiar-me do cansaço bélico, e descansar junto a ela; O meu amor.

sábado, 20 de junho de 2009

Post # 8

Tudo que estou vivendo neste momento não tem sentido
Pois se tivesse se quer um pouco, já teria vivido
Tenho absoluta certeza do que por você sinto
Porém quando digo que não tenho medo eu minto

Medo, medo de perder-te, medo de sofrer
Porque com você ao meu lado quero viver
Aproveitar a vida para sempre, até morrer
Porém uma vida é pouco para tudo eu te dizer

Dizer que te amo, mas que amar é pouco
Seria mais apropiado dizer que por ti sou louco
Que me desculpes pora todos os meus defeitos
Por que sei que nem você nem eu somos perfeitos

Mas sou perfeito o suficiente, porque te tenho ao meu lado
Meu tesoro, minha luz, meu bem mais amado.